A ideia há muito que estava fixada mas o momento ainda não tinha sido encontrado. Até que o meu amigo JPT me deu o mote com o seu post sobre Luis VIX. E o que tem este post em comum com Luis VIX? A resposta é simples e até surge em francês: Château de Versailles. Passo a explicar.
The Great Gig In The Sky é uma música com uma história curiosa e única, que aliás lhe confere um caráter e uma força ainda maiores. Corria o ano de 1973 quando os Pink Floyd estavam a finalizar The Dark Side Of The Moon, que viria a tornar-se no mais bem sucedido álbum de toda a sua história, sendo também reconhecidamente um disco emblemático na própria história do rock pelos efeitos pioneiros e sons inovadores que foram utilizados, numa época em que o digital ainda estava a alguns anos de distância.
Faltava uma peça para completar o puzzle - uma música que tinha sido composta por Richard Wright (o mais novo dos PF e o único - recentemente - falecido até à data). Uma melodia que misturava opostos; tanto era agradável quanto melancólica, tanto tinha de suave como de agitada. Não tinha letra definida, apenas um mote: a morte.
O esforço foi recompensado quando os quatro elementos da banda arriscaram ouvir alguns ensaios de cantoras desconhecidas para dar um rumo à faixa. Uma delas foi Clare Torry. Depois de uma mão cheia de improvisações para o microfone deixou o estúdio numa noite de Domingo com trinta libras no bolso e uma certeza: os PF nunca iriam usar o material, tão desinspirada estava. Enganou-se.
Depois de trabalharem as gravações, os quatro Floyds estavam pasmados; tinham em mãos uma das melhores e mais profundas músicas de rock dramático alguma vez escritas até hoje. A música, que tinha sido deixada para o fim, passou a ser incluída no final do primeiro lado do vinil, fazendo a ponte para outro grande sucesso - Money. Curiosamente, a mesma Clare Torry colocaria os PF em tribunal em 2004 e ganharia o processo um ano mais tarde, tendo a banda sido obrigada a colocar o seu nome ao lado de Richard Wright enquanto compositora da música, ganhando os respectivos direitos.
Resta explicar a associação com o post do JPT. Uma das mais impressionantes actuações ao vivo da banda no que a esta música diz respeito aconteceu durante a digressão Delicate Sound of Thunder, em 1988. A passagem por Paris, tendo como palco o enorme espaço aberto em frente ao Palácio de Versalhes, ficou documentada em VHS (muitos pediram, mas o filme não chegou a ser editado em DVD).
A música não tem letra, apenas algumas frases soltas retiradas de dezenas de entrevistas que os quatro elementos da banda britânica fizeram antes do álbum para reunirem ideias.
Em tempos, coloquei um post sobre músicas em funerais. Não sou grande adepto mas, se tiver que ser tocada uma música no meu funeral, fica aqui expresso o meu desejo: que seja esta.
And I am not frightened of dying. Any time will do; I don't mind.
Why should I be frightened of dying? There's no reason for it—you've gotta go sometime.
I never said I was frightened of dying.
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segunda-feira, 27 de abril de 2009
quinta-feira, 19 de março de 2009
Invincible
Porque este dia também é nosso. E porque, se cá estivesses, seria certamente isto que me dirias. Tal como eu hei-de dizer ao teu neto.Follow through | Make your dreams come true
Don't give up the fight | You will be alright
'Cause there's no one like you in the universe
Don't be afraid | What your mind conceives
You should make a stand | Stand up for what you believe
And tonight we can truly say together we're invincible
During the struggle they will pull us down
But please, please let's use this chance to turn things around
And tonight we can truly say together we're invincible
Do it on your own | It makes no difference to me
What you leave behind | What you choose to be
And whatever they say your souls unbreakable
During the struggle they will pull us down
But please, please let's use this chance to turn things around
And tonight we can truly say together we're invincible
Don't give up the fight | You will be alright
'Cause there's no one like you in the universe
Don't be afraid | What your mind conceives
You should make a stand | Stand up for what you believe
And tonight we can truly say together we're invincible
During the struggle they will pull us down
But please, please let's use this chance to turn things around
And tonight we can truly say together we're invincible
Do it on your own | It makes no difference to me
What you leave behind | What you choose to be
And whatever they say your souls unbreakable
During the struggle they will pull us down
But please, please let's use this chance to turn things around
And tonight we can truly say together we're invincible
sábado, 7 de março de 2009
Bother
Porventura a melhor música dos Stone Sour, tocada aqui ao vivo por Corey Taylor (também vocalista dos Slipknot).Wish I was too dead to cry | My self-affliction fades
Stones to throw at my creator | Masochists to which I cater
You don't need to bother; | I don't need to be
I'll keep slipping farther
But once I hold on I won't let go 'til it bleeds
Wish I was too dead to care | If indeed I cared at all
Never had a voice to protest | So you fed me shit to digest
I wish I had a reason; | My flaws are open season
For this, I gave up trying | One good turn deserves my dying
Wish I'd died instead of lived | A zombie hides my face
Shell forgotten with its memories
Diaries left with cryptic entries
You don't need to bother; | I don't need to be
I'll keep slipping farther | But once I hold on
I'll never live down my deceit
Stones to throw at my creator | Masochists to which I cater
You don't need to bother; | I don't need to be
I'll keep slipping farther
But once I hold on I won't let go 'til it bleeds
Wish I was too dead to care | If indeed I cared at all
Never had a voice to protest | So you fed me shit to digest
I wish I had a reason; | My flaws are open season
For this, I gave up trying | One good turn deserves my dying
Wish I'd died instead of lived | A zombie hides my face
Shell forgotten with its memories
Diaries left with cryptic entries
You don't need to bother; | I don't need to be
I'll keep slipping farther | But once I hold on
I'll never live down my deceit
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Knights of Cydonia
(Nota: não confundir com 'Os cavaleiros de Sidónia' :P)
Os britânicos Muse são actualmente uma das maiores banda de rock progressivo/alternativo - senão mesmo a maior, em termos de popularidade. Goste-se ou não, o grupo tem duas marcas muito próprias: o seu som único, distinto de praticamente tudo o que se ouviu até agora (apresar de algumas influências notórias, com os Queen e os Rage Against The Machine à cabeça); e principalmente a voz do seu vocalista, Matthew Bellamy (também guitarrista e teclista da banda), que tem a particularidade de conseguir cantar com um tom de voz acima de G#6 (bastante elevado).
São vários os ícones dos Muse. Mas porque não quero publicar todos de uma vez, começo por aquele que será certamente o mais conhecido e que tem servido para fechar muitos concertos ao vivo. E, na minha modesta opinião, Knights of Cydonia deu origem ao melhor teledisco de sempre da história do rock. Senão, vejam...Come ride with me
Through the veins of history
I'll show you a God
Who falls asleep on the job
And how can we win?
When fools can be Kings
Don't waste your time
Or time will waste you
No one's gonna take me alive
The time has come to make things right
You and I must fight for our rights
You and I must fight to survive
Os britânicos Muse são actualmente uma das maiores banda de rock progressivo/alternativo - senão mesmo a maior, em termos de popularidade. Goste-se ou não, o grupo tem duas marcas muito próprias: o seu som único, distinto de praticamente tudo o que se ouviu até agora (apresar de algumas influências notórias, com os Queen e os Rage Against The Machine à cabeça); e principalmente a voz do seu vocalista, Matthew Bellamy (também guitarrista e teclista da banda), que tem a particularidade de conseguir cantar com um tom de voz acima de G#6 (bastante elevado).
São vários os ícones dos Muse. Mas porque não quero publicar todos de uma vez, começo por aquele que será certamente o mais conhecido e que tem servido para fechar muitos concertos ao vivo. E, na minha modesta opinião, Knights of Cydonia deu origem ao melhor teledisco de sempre da história do rock. Senão, vejam...Come ride with me
Through the veins of history
I'll show you a God
Who falls asleep on the job
And how can we win?
When fools can be Kings
Don't waste your time
Or time will waste you
No one's gonna take me alive
The time has come to make things right
You and I must fight for our rights
You and I must fight to survive
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Música - homenagem a João Aguardela
João Aguardela faz parte da minha adolescência. Aliás, faz certamente parte da adolescência de qualquer um de nós que tenha vivido os 18 anos na década de 90.
O seu nome fica associado a vários grupos que não só integrou como também liderou. Os Sitiados serão a sua maior referência, mas é com o projecto A Naifa que o músico vê o seu talento amadurecer. Infelizmente, não será possível saber como é que este talento poderia evoluir. Desde o passado dia 18 de Janeiro que João Aguardela, um dos músicos portugueses mais criativos de sempre, deixou de estar entre nós. Faria 40 anos em Fevereiro. Quis o destino - e a doença - que não chegasse lá.
É sempre cedo para partir. 39 anos é cedo demais.
Descansa em paz, 'marinheiro'.Como um raio a rasgar a vida
Como uma flor a florir desmedida
Como uma cidade secreta a levantar-se do chão
Como água, como pão
Como um instante único na vida
Como uma flor a florir desmedida
Como uma pétala dessa flor a levantar-se do chão
Como água, como pão
Assim nasceste no meu olhar, assim te vi
Flor a florir desmedida, assim te vi a rasgar a vida
O seu nome fica associado a vários grupos que não só integrou como também liderou. Os Sitiados serão a sua maior referência, mas é com o projecto A Naifa que o músico vê o seu talento amadurecer. Infelizmente, não será possível saber como é que este talento poderia evoluir. Desde o passado dia 18 de Janeiro que João Aguardela, um dos músicos portugueses mais criativos de sempre, deixou de estar entre nós. Faria 40 anos em Fevereiro. Quis o destino - e a doença - que não chegasse lá.
É sempre cedo para partir. 39 anos é cedo demais.
Descansa em paz, 'marinheiro'.Como um raio a rasgar a vida
Como uma flor a florir desmedida
Como uma cidade secreta a levantar-se do chão
Como água, como pão
Como um instante único na vida
Como uma flor a florir desmedida
Como uma pétala dessa flor a levantar-se do chão
Como água, como pão
Assim nasceste no meu olhar, assim te vi
Flor a florir desmedida, assim te vi a rasgar a vida
sábado, 27 de dezembro de 2008
Turn The Page
Composta por Bob Seger no início dos anos setenta, Turn The Page é considerado um dos melhores temas dessa década e foi adaptado pelos Metallica em 1998 com a mestria que se lhes conhece: mantiveram o tempo mas tornaram o som mais pesado. Curiosamente, é um dos temas que vai ser editado em Guitar Hero: Metallica :-). O videoclip foi realizado por Jonas Akerlund (é a única colaboração com a banda de Los Angeles até ao momento) e conta com várias particularidades: trata-se do primeiro vídeo feito pelos Metallica a partir de uma cover song; existem duas versões, sendo que a versão censurada não contém as cenas em casa e no clube de striptease; a actiz é Ginger Lynn Allen, conhecida no meio da indústria do cinema para adultos como Ginger Lynn.
On a long and lonesome highway east of Omaha
You can listen to the engines moanin' out its one note song
You can think about the woman or the girl you knew the night before
But your thoughts will soon be wandering the way they always do
When you're ridin' sixteen hours and there's nothin' much to do
And you don't feel much like riding you just wish the trip was through
Here I am, on the road again | There I am, up on the stage
There I go, playin' star again | There I go, turn the page
So you walk into this restaurant strung out from the road
And you feel the eyes upon you as you're shaking off the cold
You pretend it doesn't bother you but you just want to explode
Yeah, most times you can't hear 'em talk but other times you can
All the same old clichés: "Is it woman? Is it man?"
And you always seem outnumbered you don't dare make a stand (Make your stand)
(Whoa-oh) Out there in the spotlight, you're a million miles away
Every ounce of energy, you try and give away
As the sweat pours out your body, like the music that you play
Later in the evenin' as you lie awake in bed
With the echoes of the amplifiers ringin' in your head
You smoke the day's last cigarette rememberin' what she said
Here I am, on the road again | There I am, up on the stage
Here I go, playn' star again | There I go, turn the page
And there I go, turn that page | There I go (And I'm gone)
On a long and lonesome highway east of Omaha
You can listen to the engines moanin' out its one note song
You can think about the woman or the girl you knew the night before
But your thoughts will soon be wandering the way they always do
When you're ridin' sixteen hours and there's nothin' much to do
And you don't feel much like riding you just wish the trip was through
Here I am, on the road again | There I am, up on the stage
There I go, playin' star again | There I go, turn the page
So you walk into this restaurant strung out from the road
And you feel the eyes upon you as you're shaking off the cold
You pretend it doesn't bother you but you just want to explode
Yeah, most times you can't hear 'em talk but other times you can
All the same old clichés: "Is it woman? Is it man?"
And you always seem outnumbered you don't dare make a stand (Make your stand)
(Whoa-oh) Out there in the spotlight, you're a million miles away
Every ounce of energy, you try and give away
As the sweat pours out your body, like the music that you play
Later in the evenin' as you lie awake in bed
With the echoes of the amplifiers ringin' in your head
You smoke the day's last cigarette rememberin' what she said
Here I am, on the road again | There I am, up on the stage
Here I go, playn' star again | There I go, turn the page
And there I go, turn that page | There I go (And I'm gone)
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
Take Me Out
Estes quatro rapazes de Glasgow são simplesmente formidáveis...So if you're lonely | You know I'm here waiting for you
I'm just a crosshair | I'm just a shot away from you
And if you leave here | You leave me broken, shattered, I lie
I'm just a crosshair | I'm just a shot, then we can die
I know I won't be leaving here with you
I say don't you know | You say you don't know
I say... take me out!
I say you don't show | Don't move, time is slow
I say... take me out!
I say you don't know | You say you don't know
I say... take me out!
If I move this could die | If eyes move this could die
I want you...to take me out!
I know I won't be leaving here (with you)
I know I won't be leaving here
I know I won't be leaving here (with you)
I know I won't be leaving here with you
I'm just a crosshair | I'm just a shot away from you
And if you leave here | You leave me broken, shattered, I lie
I'm just a crosshair | I'm just a shot, then we can die
I know I won't be leaving here with you
I say don't you know | You say you don't know
I say... take me out!
I say you don't show | Don't move, time is slow
I say... take me out!
I say you don't know | You say you don't know
I say... take me out!
If I move this could die | If eyes move this could die
I want you...to take me out!
I know I won't be leaving here (with you)
I know I won't be leaving here
I know I won't be leaving here (with you)
I know I won't be leaving here with you
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Henry Lee
Não tenho um cantor ou um intérprete favorito. Tenho vários. Mas se fosse preciso optar por um nome, seria um... por sexo. Eu explico. A ser masculino: Nick Cave. No feminino: PJ Harvey. Sim, são os dois parecidos e muito semelhantes no género musical. Daí este Henry Lee ser uma das músicas da minha vida. Não só porque junta os dois nomes, mas também porque faz faz parte do álbum Murder Ballads, um dos melhores trabalhos de Nick Cave & The Bad Seeds (julgo que o anterior -Henry's Dream - consegue ganhar esse prémio. Digo eu...). A música é envolvente. A letra, excelente.Get down, get down, little Henry Lee and stay all night with me
You won't find a girl in this damn world that will compare with me
And the wind did howl and the wind did blow
La la la la la, la la la la lee
A little bird lit down on Henry Lee
I can't get down and I won't get down and stay all night with thee
For the girl I have in that merry green land, I love far better than thee
She leaned herself against a fence just for a kiss or two
And with a little pen-knife held in her hand she plugged him through and through
Come take him by his lilly-white hands, come take him by his feet
And throw him in this deep deep well which is more than one hundred feet
Lie there, lie there, little Henry Lee till the flesh drops from your bones
For the girl you have in that merry green land can wait forever for you to come home
You won't find a girl in this damn world that will compare with me
And the wind did howl and the wind did blow
La la la la la, la la la la lee
A little bird lit down on Henry Lee
I can't get down and I won't get down and stay all night with thee
For the girl I have in that merry green land, I love far better than thee
She leaned herself against a fence just for a kiss or two
And with a little pen-knife held in her hand she plugged him through and through
Come take him by his lilly-white hands, come take him by his feet
And throw him in this deep deep well which is more than one hundred feet
Lie there, lie there, little Henry Lee till the flesh drops from your bones
For the girl you have in that merry green land can wait forever for you to come home
sexta-feira, 25 de julho de 2008
My Little Man
O meu pequeno "Djalmir" faz hoje dois anos. Parece que foi ontem que nasceu... quem diria! Já está quase a entrar nas escolinhas de futebol do Glorioso! Bem, reformas antecipadas à parte, não poderia deixar passar este dia em branco. E a melhor homenagem que me lembrei de lhe fazer foi dedicar uma música. De Ozzy Osbourne. Exacto, do "Prince of Darkness"...Do seu único trabalho com Steve Vai nasceu em 1995 «My Little Man», uma música a meu ver formidável que integra o álbum «Ozzmosis» e que fala sobre a relação entre Ozzy e o seu filho Jack, na altura com dez anos. Como pai, é impossível dissociar-me dela. Sempre que a ouço, penso no pequeno "Djalmir". Outra coisa não poderia ser.
A música não tem propriamente um teledisco. Mas houve alguém que, em boa hora, decidiu fazer a colagem de uma série de sequências de «O Rei Leão». Como podem ver, encaixam na perfeição nesta preciosa melodia.
Don't you know I love you more than life itself
Don't you know that you're my pride
And I would not have you walking through this world
Without me by your side
Go to sleep my little man | Don't you weep my little man
I'd like to keep you with me all your life
But I know I can't do that
So I must try to teach you wrong from right
To keep the vulture from your back
And when you're dreaming you can talk to angels
So wipe the tears from your eyes
And if there's demons that try to steal you breath away
You can't believe that, know my spirit will be standing by your side
You saved me, you gave me, the greatest gift of all
Believe me, believe, there ain't no mountain that's too tall
I will gladly carry your cross for you to take your pain away
But what I can't carry is my love for you beyond my dying day
So be strong my little man | When I'm gone my little man
You got to be my little man | So don't you weep my little man
Go to sleep my little man | Don't you weep my little man
You got to be my little man | So don't you weep my little man
terça-feira, 22 de julho de 2008
Friends Will Be Friends
Um post recente num blog da minha blogosfera fez-me despertar para algo que até pode estar sempre presente mas nem sempre está consciente: a importância dos amigos nas nossas vidas. Falo das verdadeiras amizades, daquelas que nos tocam o coração. Que duram uma vida. Que vão para além da morte. De um familiar. De um amigo. De um amor passado, presente ou futuro.
Composto e imortalizado pelos Queen, «Friends Will Be Friends» é um tema que fala como poucos da amizade no seu mais puro sentido.
Another red letter day
So the pound has dropped and the children are creating
The other half ran away
Taking all the cash and leaving you with the lumber
Got a pain in the chest
Doctors on strike what you need is a rest
Its not easy love but youve got friends you can trust
Friends will be friends
When youre in need of love they give you care and attention
Friends will be friends
When youre through with life and all hope is lost
Hold out your hands cos friends will be friends
Right till the end
Now its a beautiful day
The postman delivered a letter from your lover
Only a phone call away
You tried to track him down but somebody stole his number
As a matter of fact
Youre getting used to life without him in your way
Its so easy love cos you got friends you can trust
Composto e imortalizado pelos Queen, «Friends Will Be Friends» é um tema que fala como poucos da amizade no seu mais puro sentido.
Another red letter day
So the pound has dropped and the children are creating
The other half ran away
Taking all the cash and leaving you with the lumber
Got a pain in the chest
Doctors on strike what you need is a rest
Its not easy love but youve got friends you can trust
Friends will be friends
When youre in need of love they give you care and attention
Friends will be friends
When youre through with life and all hope is lost
Hold out your hands cos friends will be friends
Right till the end
Now its a beautiful day
The postman delivered a letter from your lover
Only a phone call away
You tried to track him down but somebody stole his number
As a matter of fact
Youre getting used to life without him in your way
Its so easy love cos you got friends you can trust
sexta-feira, 11 de julho de 2008
Wasting Love
A banda tem tantos anos de existência como eu de vida. Aliás, foi por poucos dias que não nascemos no mesmo mês.
Depois de diversas mudanças, os britânicos Iron Maiden voltaram à formação que lhes deu os maiores sucessos. Quem teve a oportunidade de os ver na passada quarta-feira no Super Bock Super Rock 2008 pode comprovar que, apesar da idade, ainda estão aí para as curvas. Uma palavra para o vocalista Bruce Dickinson, que mostrou o porquê de ser considerado como um "monstro" em palco. Depois de Freddie Mercury (já falecido) dos Queen e de James Hetfield dos Metallica, para mim é sem dúvida alguma um dos três melhores líderes de bandas de rock de sempre.
Em forma de agradecimento pelo excelente concerto a que tive a oportunidade de assistir, o hit desta semana é a balada «Wasting Love», que integra o álbum Fear of the Dark - o mais bem sucedido de sempre da banda. Afinal de contas, os Iron Maiden não são um grupo de 'gadelhudos' que só sabem fazer barulho...
Maybe one day I'll be an honest man
Up till now I'm doing the best I can
Long roads, long days, of sunrise, to sunset
Of sunrise to sunset
Dream on brothers, while you can
Dream on sister, I hope you find the one
All of our lives, covered up quickly by the tides of time
Spend your days full of emptiness
Spend your years full of loneliness
Wasting love, in a desperate caress
Rolling shadows of nights
Sands are flowing and the lines are in your hand
In your eyes I see the hunger
And the desperate cry that tears the night
Depois de diversas mudanças, os britânicos Iron Maiden voltaram à formação que lhes deu os maiores sucessos. Quem teve a oportunidade de os ver na passada quarta-feira no Super Bock Super Rock 2008 pode comprovar que, apesar da idade, ainda estão aí para as curvas. Uma palavra para o vocalista Bruce Dickinson, que mostrou o porquê de ser considerado como um "monstro" em palco. Depois de Freddie Mercury (já falecido) dos Queen e de James Hetfield dos Metallica, para mim é sem dúvida alguma um dos três melhores líderes de bandas de rock de sempre.
Em forma de agradecimento pelo excelente concerto a que tive a oportunidade de assistir, o hit desta semana é a balada «Wasting Love», que integra o álbum Fear of the Dark - o mais bem sucedido de sempre da banda. Afinal de contas, os Iron Maiden não são um grupo de 'gadelhudos' que só sabem fazer barulho...
Maybe one day I'll be an honest man
Up till now I'm doing the best I can
Long roads, long days, of sunrise, to sunset
Of sunrise to sunset
Dream on brothers, while you can
Dream on sister, I hope you find the one
All of our lives, covered up quickly by the tides of time
Spend your days full of emptiness
Spend your years full of loneliness
Wasting love, in a desperate caress
Rolling shadows of nights
Sands are flowing and the lines are in your hand
In your eyes I see the hunger
And the desperate cry that tears the night
segunda-feira, 7 de julho de 2008
The Story
Quem já ouviu a música não precisa de saber mais nada. Quem ainda não teve o prazer de o fazer, basta fazer play e seguir a letra. Brandi Carlie é mais do que uma daquelas 'ilustres desconhecidas'. A sua voz fantástica e a sua música - esta música em particular -, mececem muito mais do que ficar conhecidas por estarem associadas a uma série de televisão norte-americana ou a um spot publicitário de uma marca de cevejas nacional...
Nota: Esta é a versão do videoclip que faz parte da banda sonora original de «Anatomia de Grey». A versão original está aqui.
All of these lines across my face | Tell you the story of who I am
So many stories of where I've been | And how I got to where I am
But these stories don't mean anything | When you've got no one to tell them to
It's true...I was made for you
I climbed across the mountain tops | Swam all across the ocean blue
I crossed all the lines and I broke all the rules | But baby I broke them all for you
Because even when I was flat broke | You made me feel like a million bucks
You do... I was made for you
You see the smile that's on my mouth | It's hiding the words that don't come out
And all of my friends who think that I'm blessed | They don't know my head is a mess
No, they don't know who I really am | And they don't know what
I've been through like you do
And I was made for you...
Nota: Esta é a versão do videoclip que faz parte da banda sonora original de «Anatomia de Grey». A versão original está aqui.
All of these lines across my face | Tell you the story of who I am
So many stories of where I've been | And how I got to where I am
But these stories don't mean anything | When you've got no one to tell them to
It's true...I was made for you
I climbed across the mountain tops | Swam all across the ocean blue
I crossed all the lines and I broke all the rules | But baby I broke them all for you
Because even when I was flat broke | You made me feel like a million bucks
You do... I was made for you
You see the smile that's on my mouth | It's hiding the words that don't come out
And all of my friends who think that I'm blessed | They don't know my head is a mess
No, they don't know who I really am | And they don't know what
I've been through like you do
And I was made for you...
sábado, 28 de junho de 2008
Capitão Romance
Este espaço começou por se chamar Pérolas dos Anos 80 mas achei que o modelo se estava a esgotar. Não em termos de conteúdo, mas de forma. E mesmo apesar da abundância que os anos 80 representam em termos musicais, nem sempre é fácil conseguir achar naquele momento o clip pretendido ou até mesmo lembrar exactamente da música que se quer recordar. Para além de que é muito complicado encontrar êxitos em português publicáveis...
Por isso mesmo, optei por reestruturar esta rubrica para o originalísmo nome de... Greatest Hits! A partir de hoje, este acontecimento semanal serve para vos deixar com temas que, independentemente do ano de gravação, do artista - enfim -, do que quer que seja, me dizem alguma coisa. Com uma diferença: vou passar a reproduzir a letra juntamente com o clip de vídeo.
E vou começar com uma banda portuguesa: os Ornatos Violeta. Ficaram comercialmente conhecidos com «Ouvi Dizer», tema em que entra Vitor Espadinha, mas é com «Capitão Romance» que os Ornatos criaram a sua mais bela música de sempre. Pena é que este grupo portuense de rock alternativo se tenha separado em 2002, onze anos após o seu aparecimento. «Capitão Romance» integra o álbum «O Monstro Precisa de Amigos», lançado em 1999. A música é excepcional. A letra, magnífica.
Não vou procurar quem espero | Se o que eu quero é navegar
Pelo tamanho das ondas | Conto não voltar
Parto rumo à Primavera | Que em meu fundo se escondeu
Esqueço tudo do que eu sou capaz | Hoje o mar sou eu
Esperam-me ondas que persistem | Nunca param de bater
Esperam-me homens que desistem | Antes de morrer
Por querer mais do que a vida | Sou a sombra do que eu sou
E ao fim não toquei em nada | Do que em mim tocou
Eu vi | Mas não agarrei
Parto rumo à maravilha | Rumo à dor que houver p'ra vir
Se eu encontrar uma ilha | Paro p'ra sentir
E dar sentido à viagem | P'ra sentir que eu sou capaz
Se o meu peito diz coragem | Volto a partir em paz
Eu vi | Mas não agarrei
Por isso mesmo, optei por reestruturar esta rubrica para o originalísmo nome de... Greatest Hits! A partir de hoje, este acontecimento semanal serve para vos deixar com temas que, independentemente do ano de gravação, do artista - enfim -, do que quer que seja, me dizem alguma coisa. Com uma diferença: vou passar a reproduzir a letra juntamente com o clip de vídeo.
E vou começar com uma banda portuguesa: os Ornatos Violeta. Ficaram comercialmente conhecidos com «Ouvi Dizer», tema em que entra Vitor Espadinha, mas é com «Capitão Romance» que os Ornatos criaram a sua mais bela música de sempre. Pena é que este grupo portuense de rock alternativo se tenha separado em 2002, onze anos após o seu aparecimento. «Capitão Romance» integra o álbum «O Monstro Precisa de Amigos», lançado em 1999. A música é excepcional. A letra, magnífica.
Não vou procurar quem espero | Se o que eu quero é navegar
Pelo tamanho das ondas | Conto não voltar
Parto rumo à Primavera | Que em meu fundo se escondeu
Esqueço tudo do que eu sou capaz | Hoje o mar sou eu
Esperam-me ondas que persistem | Nunca param de bater
Esperam-me homens que desistem | Antes de morrer
Por querer mais do que a vida | Sou a sombra do que eu sou
E ao fim não toquei em nada | Do que em mim tocou
Eu vi | Mas não agarrei
Parto rumo à maravilha | Rumo à dor que houver p'ra vir
Se eu encontrar uma ilha | Paro p'ra sentir
E dar sentido à viagem | P'ra sentir que eu sou capaz
Se o meu peito diz coragem | Volto a partir em paz
Eu vi | Mas não agarrei
sexta-feira, 20 de junho de 2008
Pérola dos anos 80 - VIII
David Gilmour passou a ser a alma dos Pink Floyd após a saída litigiosa de Roger Waters. Dois anos volvidos, em 1987, era lançado A Momentary Lapse of Reason, o primeiro álbum da banda com David Gilmour na voz. Mas é principalmente com a guitarra - a sua guitarra de sempre, uma Fender Stratocaster - que ele "canta".
Nunca foi distinguido como o melhor guitarrista mas é reconhecido como um dos melhores executantes e compositores rock de sempre. Veja-se o solo de On The Turning Away, considerada como uma das melhores músicas da banda britânica. O vídeo faz parte de Delicate Sound of Thunder, gravado ao vivo e inicialmente comercializado em 1988 nesses saudosos suportes - o vinil de 33 rpm e o VHS.
Nunca foi distinguido como o melhor guitarrista mas é reconhecido como um dos melhores executantes e compositores rock de sempre. Veja-se o solo de On The Turning Away, considerada como uma das melhores músicas da banda britânica. O vídeo faz parte de Delicate Sound of Thunder, gravado ao vivo e inicialmente comercializado em 1988 nesses saudosos suportes - o vinil de 33 rpm e o VHS.
domingo, 8 de junho de 2008
Pérola dos anos 80 - VI
Em jeito de homenagem aos reis do Metal, escolhi para esta semana o tema One, dos Metallica. Publicado em 1988 com o álbum ...And Justice for All, o primeiro trabalho de estúdio da banda após a trágica morte do baixista Cliff Burton, One tem uma letra baseada em factos verídicos e apresenta no teledisco imagens do filme Johnny Got His Gun, cujos direitos foram mesmo comprados pelos Metallica.
sexta-feira, 30 de maio de 2008
Pérola dos anos 80 - V
Em 1986, uma banda de cinco músicos suecos liderada por Joey Tempest lançou o álbum The Final Countdown. Dele, saíu o single que lhe deu nome e que fez que o LP passasse meses e meses no primeiro lugar do top de vendas em vários países, incluindo Portugal.
Os Europe surgiram logo após a hegemonia de duas músicas curiosamente com o mesmo nome: The Power Of Love, dos Frankie Goes to Hollywood, em 1984, e depois de Jennifer Rush, em 1985, um tema que de resto viria a conhecer novamente sucesso pela voz de Celine Dion, em 1993. Curiosamente, e para relembrar as memórias mais esquecidas, pelo meio houve dois sucessos em menor escala mas que "colaram" ao primeiro lugar como uma lapa: We Are The World, da The Band Aid, e I Should Have Known Better, de Jim Diamond. Engraçado como hoje se fala nisto a uma distância de 30 anos e até pararece que foi ontem, não é?...
Pelas oito milhões de cópias que vendeu, The Final Contdown só pode ser considerada a música ícone do rock dos anos 80.
Os Europe surgiram logo após a hegemonia de duas músicas curiosamente com o mesmo nome: The Power Of Love, dos Frankie Goes to Hollywood, em 1984, e depois de Jennifer Rush, em 1985, um tema que de resto viria a conhecer novamente sucesso pela voz de Celine Dion, em 1993. Curiosamente, e para relembrar as memórias mais esquecidas, pelo meio houve dois sucessos em menor escala mas que "colaram" ao primeiro lugar como uma lapa: We Are The World, da The Band Aid, e I Should Have Known Better, de Jim Diamond. Engraçado como hoje se fala nisto a uma distância de 30 anos e até pararece que foi ontem, não é?...
Pelas oito milhões de cópias que vendeu, The Final Contdown só pode ser considerada a música ícone do rock dos anos 80.
sexta-feira, 23 de maio de 2008
Pérola dos anos 80 - IV
São uma das bandas percursoras do movimento New Wave of British Heavy Metal e seguramente a banda que melhor representa o rock britânico dos anos 80. Três anos após o acidente de carro que vitimou o baterista Rick Allen (ficou sem o braço esquerdo), os Deff Leppard lançaram em 1987 aquele que foi o seu mais bem sucedido álbum de sempre - Hysteria, que vendeu nada mais, nada menos, do que 18 milhões de cópias. Apesar de haver vários singles conhecidos que resultaram deste trabalho, tais como Animal, Love Bites ou Pour Sugar on Me, optei (por pura nostalgia) por aquele que dá nome ao álbum. Um grande tema para recordar mais uma vez a magia musical dos anos 80.
sexta-feira, 16 de maio de 2008
Pérola dos anos 80 - III
O tema escolhido para esta semana remonta a 1989 e dá pelo nome de Epic. Para mim, é seguramente a melhor música dos Faith No More e não é por acaso que coincide com a entrada de Mike Patton na banda, o 'Sr Mil Vozes', que foi sem dúvida alguma a maior alavanca para o sucesso que os Faith No More conheceram até terem terminado em 1998. Patton participa hoje em vários projectos musicais, como é o caso dos Peeping Tom.
sexta-feira, 9 de maio de 2008
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