Mostrar mensagens com a etiqueta DIREITO AO PROTESTO. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta DIREITO AO PROTESTO. Mostrar todas as mensagens

sábado, 1 de agosto de 2009

E o Euromilhões ali tão perto...

Se não foi desta, acho que já não vai ser...


ACERTOS Concurso: 31/2009 Data do sorteio: 31/07/2009
Chave:5 9 20 21 26 + 3 6

Aposta Nº 1 17 18 20 25 31 +2 3

Aposta Nº 2 5 9 15 19 27 +2 6

Os números assinalados a verde, representam os números em que acertou

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Ah, as promessas...

É por estas e por outras que a classe política está completamente desacreditada pelos portugueses...

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Reclamação - mensalidade/serviço

Boa noite

Chamo-me Xxxx Xxxx e sou vosso cliente nº CXXXXXXXXX.

Venho por este meio, e mais uma vez, fazer uma reclamação relativamente ao serviço prestado pela Zon. Esta não é a primeira vez que vos contacto, outras houve infelizmente sempre para apresentar uma queixa. Apesar de o motivo que me leva a fazê-lo mais uma vez ter um histórico longo, vou tentar ser breve e conciso.

Vamos então às peripécias, ordenadas cronologicamente.

- No final do ano passado liguei para o nº identificado no vosso site com serviço de migração para clientes, uma vez que estava em processo de alteração de habitação. O simpático colaborador do call center com quem falei no dia 10 de Dezembro de 2008 disse-me que a Zon trataria de todo o processo e que eu não teria que me “incomodar com nada”. Ademais, e para – cito novamente – “premiar o facto de manter a preferência no mais fantástico serviço de Internet do país” perguntou-me se eu queria ficar com um upgrade do serviço, que na altura era composto por Funtastic Live com Disney oferecido (bem como a mensalidade da box), Internet 8 Mb e Telefone ilimitado à noite e fim de semana e que assim passaria para as mesmas condições, juntando o telefone ilimitado e oferecendo os canais Telecine, mantendo o preço.

- O preço praticado era inferior a 60 euros IVA incluido – aliás essa foi a condição que eu impus após vários contactos vossos para passar de Clix para o serviço de triple play da (ainda nessa altura) TV Cabo, sendo que pagava então 60 euros (30 do telefone+ ADSL 12 Mb do Clix e 30 da TV Cabo pacote clássico). Entendi assim que ficaria com todos os serviços que tinha, adicionando o telefone ilimitado e os canais Telecine, pelo mesmo preço – não mais do que 60 euros, IVA incluido.

- O técnico instalou o serviço na nova morada no dia 12 de Dezembro seguinte. Correu tudo bem, menos uma coisa: ele não poderia levar a outra caixa Funtastic Live, uma vez que tinha trazido uma nova. Disse que teria de ser eu a entregá-la. Afinal, a Zon não “tratava de tudo por mim”.

- Na semana de 19 de Janeiro (não consigo precisar o dia – foi na data em que o antigo serviço, na morada XXXXXXXXXXXXXXXXXX, foi desligado) fiquei sem acesso aos três endereços de e-mail. Para os recuperar, foi uma carga de trabalhos e tive até que me deslocar à vossa loja na Loja do Cidadão nas Laranjeiras para me resolverem o assunto. Aliás, foi-me dito através do Call Center que poderia entregar o equipamento antigo nessa loja e afinal não era possível, tendo tido que o fazer na loja de Entrecampos.

- Entretanto, recebi um envelope RSF em casa para solicitar a portabilidade de um número que já tinha sido portado do Clix para a TV Cabo, e que era assim da Zon. Liguei-vos vezes sem conta a tentar explicar a situação. À terceira vez fui contactado por uma funcionária vossa que finalmente percebeu o que se tratava. Claro que isso quer dizer que, no espaço de um mês, tive dois números diferentes, alguns dias sem telefone – isto a juntar às semanas sem e-mail. Essa mesma funcionária foi elucidativa, tendo-me dito que eu iria receber uma primeira factura com “um valor disparatado”, factura essa que não deveria “ser paga”. Deveria, isso sim, “aguardar uma segunda factura com os acertos”.

- Já com o número de telefone correcto e o e-mail a funcionar, recebi a primeira factura com o tal valor disparatado. Não paguei. Algumas semanas depois recebo um contacto de alguém de um tal fórum de justiça. Dizia essa pessoa que a sua cliente, a Zon, queria “saber por que é que eu ainda não tinha pago a factura em questão e quando é que a ia pagar”. Senti-me indignado e infelizmente teve de ser a tal sra. a ouvir-me – basicamente, expliquei-lhe em poucos minutos tudo o que descrevi nos parágrafos anteriores (espero que vos tenha feito chegar a mensagem, pelo menos ela disse que assim seria feito).

- Alguns dias depois do telefonema recebo nova factura, desta vez com valores ajustados –penso eu, pelo menos havia mais um mês a cobrar e o valor era inferior. Paguei essa factura, mas pelos vistos isso não chegou. Três dias depois de o fazer volto a ser contactado por outra sra. da mesma entidade a informar-me que a sua cliente, a Zon, solicitava o pagamento da factura sob pena de a situação poder ter de ser resolvia por via judicial. Recordo que a factura já estava paga. Essa mesma sra. teve de me ouvir, por toda a indignação que senti da forma como a Zon trata um cliente seu cumpridor – ao contrário da Zon, como irei sublinhar mais à frente. A sra. nem desculpa me pediu, disse apenas que iria transmitir a mensagem à Zon.

- Finalmente, e depois de todo o alarido, pensei que a poeira tinha finalmente assentado. Enganei-me. Recebi uma factura; paguei. Duas facturas; paguei. Três facturas... o valor é sempre o mesmo: ronda os 70 euros (aliás este mês até o ultrapassa). Ora, recordo que o que ficou combinado telefonicamente foi manter o preço e oferecer mais serviços para “premiar o facto de manter a preferência no mais fantástico serviço de Internet do país”. Ou seja, os 60 euros máximo. Por mês, estou a pagar mais 10 euros, o que por ano dá 120 euros. É muito dinheiro.

Muito sucintamente, este é o grande motivo da minha queixa – a Zon ter-se comprometido a fazer uma coisa no dia 10 de Dezembro de 2008 e acabar por fazer outra. Assim é fácil ganhar clientes. Mas também é mais fácil perdê-los.

Em suma, não posso deixar de expessar a minha indignação pela forma como a empresa trata os seus clientes, dizendo-lhes que as coisas se processam de uma forma e afinal é o cliente que tem que fazer com que elas se cumpram de outra para não ter problemas, que não deve pagar para depois ser ameaçado por telefone que o processo poderá avançar para tribunal mesmo depois de ter pago, e que cobra um valor que é afinal superior à quantia que foi informada. Isto, caros srs, não se faz a ninguém.

Ademais, escudam-se nas circulares que vão fazendo chegar mensalmente, como a deste mês, para impor unilateralmente alterações às Condições Gerais dos serviços celebrados no contrato. Tudo junto, é uma péssima imagem que a empresa passa para o cliente, sobretudo para quem, como eu, felizmente dispõe da inteligência suficiente para saber distinguir o trigo do joio. Aliás, sendo eu um jornalista que trabalha na área das tecnologias de informação, sou muitas vezes confrontado por amigos que pensam em ir para este ou aquele ISP. Ora, uma vez que já fui vosso cliente de Internet uma vez e deixei de o ser para ir para o Clix e tendo em conta o a Zon me tem feito passar, escusado será dizer o que penso do vosso serviço em termos pessoais. Tecnicamente, não tenho nada a apontar. Já o trato do cliente deixa muito a desejar.

Como dizem os anglo-saxónicos, fool me once shame on you, fool me twice shame on me.

O que eu espero é que a situação seja reposta o mais rapidamente possível. Ou seja, que voltem a ser cobrados os 60 euros totais que me foram prometidos. E que isso se reflita nas facturas passadas que me foram cobradas com o valor que considero excessivo – as duas últimas apenas, até porque sei que se pedir para que as contas se apliquem nas facturas de acerto do período de transição, ainda serei outra vez contemplado com um telefonema “ameaçador”.

Fico a aguardar uma resposta. Caso contrário, o mercado é felizmente livre, já tenho fibra da PT no prédio (com serviço comercial disponível desde hoje) e o Clix também está felizmente a chegar à porta.

Cumprimentos
Xxxx Xxxx

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Mais acordos ortográficos a caminho?

Pela forma como coisas como esta vão passando, qualquer dia temos o nosso Governo a subscrever novos acordos ortográficos. E o kizongráfico (também se aceita tarraxinhográfico) parece levar alguma vantagem...

sexta-feira, 13 de março de 2009

Sentir-me como Dali

Perdoem-me, mas esta arrogância é por estas e por outras ...

quinta-feira, 12 de março de 2009

sexta-feira, 6 de março de 2009

Ofensa à classe

Maria Elisa diz à TV Guia o seguinte:

"A minha saída do Parlamento foi injusta. Pensei que pudesse juntar o meu ordenado de deputada ao de RTP. Dava ainda aulas numa universidade pública. Nunca mais voltei a recuperar financeiramente."

Das duas, uma... ou a mulher é parva ou pensa que consegue tomar-nos a todos por parvos. Uma coisa é certa: Na qualidade de colega de classe, sinto nestas palavras uma ofensa à minha inteligência.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Um dos piores dias da minha vida...

O dia já era mau, pelas circunstâncias que há um ano expus. Mas, depois disto, dificilmente se poderia ter tornado ainda pior...

E-mail acabado de enviar à EDP:

Bom dia

Sou cliente EDP nº XXXXXXX (Código de Identificação do Local XXXXXXXXXX) e venho por este meio fazer uma reclamação devido à situação ocorrida ontem, dia 22/02/2009, que se estendeu a toda a tarde e noite de Domingo de Carnaval junto do XXXXXXX, em XXXXXX.

Por volta das 13 horas, tive um problema eléctrico em casa que provocou a avaria do meu computador pessoal. Pensei que à partida se tratasse da fonte de alimentação, mas pouco mais tarde houve uma série de acontecimentos que me levaram a pensar de outra forma. Pelas 14 horas, a televisão da cozinha deixou de funcionar e a máquina de lavar louça, que estava a funcionar, fez um estrondo e começou a deitar fumo. Desliguei o quadro e pedi para um amigo meu (fiquei sem telefone, por ser da Netcabo) tentar apurar junto da EDP o que se passava. Ter-se-ia tratado de um pico de tensão mas seria necessário fazer alguns testes junto do quadro para ver se a situação já se teria normalizado. No final, deixei todos os disjuntores ligados por indicação do técnico via telefone, mas, mal liguei a luz na sala, uma das lâmpadas rebentou, pelo que desliguei totalmente o quadro. Fiz nova reclamação e foi-me dito que a equipa se encontrava a ir para o local – isto às 15h. Às 20h foi-nos dito que a equipa apenas sairia às 20h30. Pelas 22h, os técnicos estavam finalmente no local.

No final, quando a situação ficou restabelecida, dei com alguns electrodomésticos avariados. Nomeadamente:

Cozinha – máquina de lavar roupa, caldeira, televisor LCD
Sala – DVD, candeeiro de tecto
Quarto bebé – pequeno rádio CD, intercomunicador
Escritório – PC e colunas (o ecrã escapou).

Gostaria de saber como é que se processa a indemnização neste tipo de situações, bem como o que fazer relativamente a equipamentos cuja reparação é difícil (caso do intercomunicador) ou provavelmente mais cara do que comprar novo (como é o caso do leitor de DVD de sala, apesar de me ter custado cerca de 500 euros há cinco anos). Também vou ter dificuldade em apurar o prejuízo no PC, uma vez que foi feito por mim a partir de componentes que me foram sendo oferecidos e dos quais não disponho de factura.

Fico a aguardar uma resposta.

Com os melhores cumprimentos,
XXXX XXXXX

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Sem orientação, de nada vale o dinheiro...

Saúl Ricardo (de 'O bacalhau quer alho') em discurso directo, na reportagem emitida ao início desta tarde na SIC Notícias:

(...)
- Então e de quanto dinheiro é que estás a falar?
- Então, pá, é fazer as contas. Eram 400 a 500 contos por espectáculo, 280 dias por ano, três anos seguidos... (eu fiz – são cerca de 400 mil contos, a preços de 1996, 97, e 98...)
- E os teus pais nunca te disseram o que aconteceu, nunca assumiram a responsabilidade?
- Não. Disseram que foi em carros, jogo e não sei quê...
(...)

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Pensamento do dia

Li o seguinte comentário no fórum SIC Notícias esta tarde, sobre o combate à crise económica, e não pude deixar de o reproduzir aqui:

"Este País já não se chama Portugal, mas sim Ali-Babá e os 40 ladrões, e Abre-te Sésamo são as nossas eleições."

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

SMS acabadinho de receber

ZON PHONE: Na sequencia da sua adesao, informamos que o servico esta activo com o N 210XXXXXX, iniciando-se a facturacao. Agradecemos a sua preferencia.

(Vamos ver se é mesmo verdade; quando chegar a casa, logo vejo...)

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

[rt.dcc.tvcabo.pt #XXXXXX] Serviço Zon - problemas com a alteração de residência

(191 horas depois - praticamente oito dias...)

Estimado Cliente,

Na sequência do seu contacto, que desde já agradecemos, comunicamos que a sua situação se encontra a ser objecto de análise, tendo sido reencaminhada para a área responsável pelo tratamento da mesma.

Entraremos em contacto consigo em breve.

Lamentamos todos os incómodos que esta situação lhe possa eventualmente ter causado e apresentamos deste já as nossas mais sinceras desculpas.

O contacto telefónico preferencial que consta nos nossos registos é o XXXXXXXXX.
Caso o mesmo tenha sofrido alterações, solicitamos, por favor, que nos reenvie este e-mail com o seu número de contacto preferencial.

Ficamos à sua inteira disposição para qualquer esclarecimento adicional, através do nosso Serviço de Apoio ao Cliente em www.myzon.pt ou e-mail cliente@netcabo.pt Poderá, em alternativa, contactar-nos via telefone para 16990 (grátis a partir de qualquer rede fixa)

Agradecemos a sua preferência e apresentamos os nossos melhores cumprimentos.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

FW: Serviço Zon - problemas com a alteração de residência

Boa tarde

Uma vez que não obtive resposta no prazo de 48 horas conforme indicado no e-mail de resposta automático, reenvio a questão para o endereço indicado nessa mesma mensagem.

Aproveito para comunicar que a situação descrita se mantém praticamente inalterada, com uma única excepção: se ligar 210 XXX XXX, obtenho sinal intermitente, como se o telefone estivesse impedido.

Cumprimentos,

XXXX XXXXX
Jornalista XXXXXX

PS: Às vezes tem mesmo que ser assim, infelizmente...

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Números que dão que pensar

Três conclusões de um estudo realizado pela Organização Internacional do Trabalho:

- Estima-se que o número total de pessoas a viver no limiar da pobreza possa chegar aos 1,4 mil milhões, valor que corresponde a 45 por cento de toda a força de trabalho. Só nos países em desenvolvimento - aqueles cujos cidadãos não têm mais do que dois dólares por dia para viver - poder-se-á estar a falar de 200 milhões de pessoas em 2009;

- Verifica-se uma subida considerável do trabalho precário - uma situação vulnerável que pode atingir 53% de toda a população empregada. Em 2008, perderam-se 900 mil empregos nas economias desenvolvidas, incluindo a União Europeia.

- Admite-se uma recessão social global; são poucos os progressos no combate à pobreza. As chamadas classes médias estão cada vez mais fracas, o que tem consequências assustadoras aos níveis político e de segurança.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Serviço Zon - problemas com a alteração de residência

Bom dia

Venho por este meio pedir a resolução imediata para uma situação que, a meu ver, se arrasta há demasiado tempo e que não tem sentido de ser. Espero que por e-mail se consiga resolver de uma vez por todas o que por telefone tem estado a ser impossível. Passo a explicar.

Durante muito tempo fui cliente do serviço telefone+ADSL Clix, no qual usufruía do estatuto de cliente VIP, serviço esse que acabei por migrar para a Zon no ano passado para uma oferta similar após um primeiro contacto vosso, juntando assim os serviços de telefone e de Internet ao serviço de televisão clássico - que aliás tinha evoluído para o pacote Funtastic Live alguns meses antes. Qualquer um destes processos de migração decorreu normalmente, sem anomalias nem sobressaltos.

No final do ano passado mudei de residência e, uma vez que estava interessado em manter os mesmos serviços (incluindo o número de telefone e os três endereços de e-mail) e as mesmas condições (apesar de ter acabado por ficar com os quatro canais TV Cine por uma mensalidade semelhante, por iniciativa vossa e com a qual concordei) liguei para o número identificado no vosso site (808 20 44 20) para tratar da migração dos elementos de um contrato para o outro. Aliás, permitam-me reproduzir o que está descrito no vosso site, pois é importante para as queixas que passo a descrever daqui para a frente:

"Pode efectuar o pedido de alteração de residência, em www.myzon.pt -> Apoio ao Cliente >Transferir Morada > Mudança de Casa.>

Ou contacte o Serviço de Apoio ao Cliente da ZON TVCabo, pelo nº 808 20 44 20 indicando o seu nº de cliente, consulte a sua factura ZON TVCabo

A ZON TVCabo acompanhará todo o processo de desactivação dos serviços na residência actual, tratamento da facturação até à instalação na nova residência e todo o acompanhamento da instalação na nova residência."

Permitam-me sublinhar a última parte: A ZON TVCabo acompanhará todo o processo de desactivação dos serviços na residência actual, tratamento da facturação até à instalação na nova residência e todo o acompanhamento da instalação na nova residência. Hoje posso dizer por experiência própria que nada disso aconteceu. A não ser que “acompanhar” neste caso signifique apenas “seguir” e não “tratar”. Mas mesmo que seja só “seguir”, tenho grandes dúvidas. Vamos por partes.

Quando o técnico foi à morada nova (XXXXXXXXXXX, em XXXXXX, associado ao nº de cliente XXXXXXXX) no dia 12 de Dezembro de 2008, trazia consigo novos equipamentos (modem e box) que tratou de registar e de instalar. Disse-me que ficaria tudo a funcionar mas que teria que ser eu a solicitar o cancelamento da instalação antiga, senão corria o risco de ficar a pagar dois contratos. Acabei então por ter de ser eu a solicitar o serviço, algo que não esperava ter de fazer, uma vez que na altura do contacto telefónico para o 808 20 44 20 fui informado pelo assistente de que seria a Zon a tratar deste processo. De qualquer forma, a desactivação do contrato antigo acabou por ficar marcado para o passado dia 21 de Janeiro.

Mais tarde, fui contactado pelos vossos serviços para enviar o formulário preenchido a solicitar a portabilidade do número que tinha na morada antiga (210 XXX XXX, associado a XXXXXXXXXXX em XXXXXX). Expliquei que não se tratava de um pedido de portabilidade, mas sim de manutenção do número após mudança de residência. Perante a sucessiva insistência (fui contactado por duas ou três vezes pela Zon), preenchi o impresso, anexei uma fotocópia do BI e enviei o documento ao vosso cuidado. Entretanto, tinha-me sido atribuído o número de telefone 309 XXX XXX, o qual fez com que alguns familiares clientes da PT começassem a ter de pagar sempre que me ligavam – ou tentavam ligar, como explicarei mais adiante.

Precisamente no dia 21 aconteceu uma nova peripécia – fiquei sem os três endereços de e-mail (XXXXX@netcabo.pt, XXXXX@netcabo.pt e XXXXX@netcabo.pt – o Outlook dá-me um erro a informar que as contas foram desactivadas e o webmail e a gestão de conta deixaram de funcional) e o número de telefone 210 XXX XXX (que até então era encaminhado para o voice mail) ficou “morto”. Liguei à noite para o vosso serviço de apoio ao cliente. O assistente tentou fazer uma migração da conta sem sucesso – o portal dava uma mensagem de erro e dizia-me para tentar mais tarde. A solução proposta pelo assistente: seria contactado no prazo de 24 horas para me resolverem o problema do e-mail e em 10 dias para me resolverem o problema do telefone. Sem outras opções, obviamente anui.

Na manhã seguinte sou contactado por uma colaboradora vossa que, aparentemente, parece ter finalmente percebido que o processo não é de portabilidade – como eu já tinha explicado vezes sem conta – mas de alteração de residência. Diz-me que a situação seria resolvida rapidamente e que até ao final da semana ficaria com o número 210 XXX XXX a funcionar novamente. Para espanto meu, recebo no final da semana passada uma mensagem vossa a dizer “Na sequencia da sua adesão, informamos que o servico esta activo com o N 214 XXX XXX, iniciando-se a facturacao. Agradecemos a sua preferência”. Já no dia seguinte recebo uma SMS a dizer que “no seguimento da sua participacao, foi identificada uma anomalia no portal Myzon. Para qualquer questao adicional, agradecemos que contacte 800266466. Obrigado?”.

Curioso um contacto vosso acabar com uma interrogação – mas agora até a percebo. É que depois desta trapalhada toda acabo por compreender que todo o vosso serviço é uma interrogação; nunca se sabe que surpresas ainda estão para vir...

Ironia à parte, e para resumir o ponto de situação passadas que estão algumas semanas sobre o pedido de transferência, a minha situação actual é esta:

Se ligar 210 XXX XXX, ouço: “O número que ligou foi alterado para. O número que ligou foi alterado para.”; Para quê, pergunto eu?!
Se ligar 214 XXX XXX, ouço: “O número que marcou não se encontra atribuído”;
Se ligar 309 XXX XXX, ouço: “O número que marcou não se encontra atribuído”.

Que número tenho então, afinal? Só pode ser... nenhum – as luzes do Tel no modem deixaram de piscar desde ontem.

Isto para não falar do facto de o telefone, quando “funcionava”, por diversas vezes ou não tinha sinal, ou quem me ligava era recebido pelo voice mail. Mas o “período de facturação” já estava a contar – isso é que é importante.

Eu, que tinha saído da Netcabo há alguns anos devido a situações como esta, esperava que as coisas tivessem entretanto mudado. Afinal, nada mudou – só o nome...

Espero, pelo menos, que tenha valido a pena perder metade de uma manhã de trabalho a expor toda a situação. Aliás, tem mesmo de ser assim - não deixa de ser curioso que, se ficar sem telefone em casa, tenha de ligar do meu telemóvel e às minhas custas para tentar resolver um problema provocado por uma empresa à qual pago para que me seja prestado (ou não, neste caso) um serviço.

Cumprimentos,

XXXX XXXXX

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Vai mas é trabalhar oh malandro...

Diz hoje o Jornal de Negócios:

O número de baixas fraudulentas identificadas pelo Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social (MTSS) quase triplicou desde 2004, em resultado da intensificação das inspecções aos beneficiários de baixa por doença. Quando ainda faltam contabilizar os dados do último mês, o Executivo está já muito próximo de cumprir a meta fixada para 2008 de fiscalizar a totalidade das baixas médicas de média e longa duração.

De acordo com os dados oficiais fornecidos ao Negócios, nos primeiros onze meses do ano passado, os Serviços de Verificação de Incapacidades Temporárias do Instituto de Segurança Social emitiram 289.571 convocatórias, que detectaram irregularidades em 29% das atribuições de subsídio.

Este corte de 83.592 baixas fraudulentas permitiu ao Estado "poupar" 15,5 milhões de euros, uma quantia que de outra forma teria sido paga indevidamente pelos contribuintes. Em 2007, o montante total "poupado" foi de 16,8 milhões de euros, em resultado da cessação ou suspensão de perto de 75 mil baixas.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Na ressaca das compras para a consoada

Meus amigos, para o ano que vem vou tornar-me num produtor de pinhões. Melhor ainda, posso ir até para a mata apanhar pinhas e "depinhá-las", como fazia em criança. Só que para vender e não para comer, como fazia naquela altura. Porquê? Uma embalagem de 80 gramas de pinhões custou-me hoje 2,44 euros... o que vale é que é Natal. Boas Festas para todos!

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

No seguimento do post anterior

Ora aqui está um vídeo interessante...

Quando o árbitro decide ter o papel principal

Depois do que aconteceu nesta jornada, da qual nos recordamos facilmente dos penalties não assinalados e da agressão sem consequente punição no Dragão, da falta de um critério uniforme na marcação de livres por parte dos árbitros em Alvalade e da incapacidade de se conseguir ajuizar correctamente a eterna questão ‘bola na mão ou mão na bola?’, bem na forma errática como um jogador foi expulso (durante ou depois do jogo, ninguém sabe – nem quem o expulsou consegue dizer durante os três minutos de tempo de antena a que teve direito na SIC para justificar uma trapalhada de primeira), na Luz, vale a pena sublinhar que um árbitro português de primeira linha (que apite na Liga Sagres e na Liga Vitalis) ganha em média dez mil euros brutos (oito mil euros limpos, entenda-se, fora ajudas de custo) a cada seis meses... deve ser, de longe, a categoria não profissional mais bem paga deste País. Tirando as acompanhantes de luxo e os assessores dos assessores, claro está.